Notícia

Assembleia de Cidadãos do Bairro C reuniu pela segunda vez

A Universidade das Nações Unidas (UNU-EGOV), recebeu a segunda sessão da Assembleia de Cidadãos do projeto Bairro C: Compromisso Carbono Zero.

A sessão, que contou com dois especialistas do consórcio europeu Net Zero Cities, David Brito e Georgia Cameron, discutiu e propôs soluções nas áreas de resíduos e economia circular energia e áreas verdes e biodiversidade.

O objetivo da Assembleia de Cidadãos é proporcionar aos habitantes de Guimarães uma voz ativa nas tomadas de decisão no que respeita às questões ambientais, para que possam contribuir com soluções ambientalmente eficazes.

A Assembleia de Cidadãos é composta por um máximo de 100 pessoas, sendo que 80% deverão ser cidadãos residentes nas freguesias integrantes da área do Bairro C (UF Cidade, Creixomil e Urgezes) e os restantes residentes em outras freguesias do concelho. Além disso, o grupo pretende garantir a igualdade entre o número de elementos do género feminino e masculino, bem como a inclusão de elementos de todos os grupos etários dos 16 até maiores de 65 anos.

A terceira e última sessão está agendada para 11 de janeiro de 2025, onde serão votados os projetos selecionados pelos participantes, em cada uma das áreas.

Sobre o Bairro C: Compromisso de Carbono Zero
Desenvolvido pela Câmara Municipal de Guimarães, Laboratório da Paisagem e RdA, e inserido no NetZeroCities, o projeto-piloto “Bairro C: Compromisso de Carbono Zero” visa uma abordagem integrada nos domínios da energia, mobilidade, resíduos e uso do solo, alavancando a mudança comportamental, inovação social, cultura, política, tecnologias verdes, finanças sustentáveis e novos modelos de negócio. A peça-chave do projeto é um Pacto do Cidadão para a neutralidade e processos de cocriação, tornando assim possível a atuação em todos os domínios de emissões. O projeto promove um forte envolvimento dos cidadãos e a descarbonização através, entre outros, da promoção da utilização dos transportes públicos, da eficiência energética e da produção local de energia renovável, nomeadamente em edifícios históricos e de estratégias de economia circular.